
Vágner Mancini e Vasco se encontram depois de um ano conturbado na carreira dos dois. Enquanto o treinador teve uma boa, mas problemática passagem pelo Santos, o clube passou um ano na Série B, buscando uma reestruturação econômica e do elenco em si. Essa reformulação, porém, foi comandada por Dorival Junior, e o trabalho de 2010, evidentemente, não começa do zero.
O novo comandante precisará se adaptar às circunstâncias. Existem algumas contratações já feitas, e outras bem encaminhadas, que podem qualificar o time. Será necessário lidar com a possibilidade de repor a perda de Carlos Alberto no meio do ano, e ter o tato necessário para promover garotos da base sem medo. Mais ou menos como no Santos, quando ele barrou Lúcio Flávio e Roni para colocar Paulo Henrique Ganso e Neymar.
Taticamente, seu estilo é diferente do 4-4-2 em losango com variação para 4-3-2-1 de Dorival. Mancini é fã confesso do 4-2-3-1, com dois jogadores rápidos abertos pelas pontas. Ele armou o Vitória de 2008 assim, com Marquinhos pela esquerda e Williams Santana pela direita, e o Santos em 2009, com Neymar pela esquerda e Madson pela direita.
No Vasco, com a chegada dos novos jogadores, ele poderá repetir a receita com Alex Teixeira pelo lado direito e o habilidoso Geovane Maranhão, que fez essa função na Série B do Campeonato Carioca, no lado esquerdo, com Carlos Alberto centralizado. Basta saber se o primeiro vai, enfim, assumir o protagonismo, se o segundo consegue se adaptar, e se o terceiro seguirá em São Januário até o fim do ano. Ainda é necessária, porém, a chegada de um centroavante para que esse esquema seja eficaz. Afinal, alguém precisa fazer os gols do time.
Na defesa, a chegada de Élder Granja e Márcio Careca para as laterais não empolga ninguém. Granja foi rebaixado com o Sport, enquanto Careca é reconhecidamente limitado, tem 31 anos e fracassou nas chances que teve em Santos e Palmeiras. Talvez sejam necessárias novas aquisições durante a temporada, ou a improvisação de algum dos volantes contratados – o nome de Léo Gago agrada, o de Jumar, nem tanto -.
O novo comandante precisará se adaptar às circunstâncias. Existem algumas contratações já feitas, e outras bem encaminhadas, que podem qualificar o time. Será necessário lidar com a possibilidade de repor a perda de Carlos Alberto no meio do ano, e ter o tato necessário para promover garotos da base sem medo. Mais ou menos como no Santos, quando ele barrou Lúcio Flávio e Roni para colocar Paulo Henrique Ganso e Neymar.
Taticamente, seu estilo é diferente do 4-4-2 em losango com variação para 4-3-2-1 de Dorival. Mancini é fã confesso do 4-2-3-1, com dois jogadores rápidos abertos pelas pontas. Ele armou o Vitória de 2008 assim, com Marquinhos pela esquerda e Williams Santana pela direita, e o Santos em 2009, com Neymar pela esquerda e Madson pela direita.
No Vasco, com a chegada dos novos jogadores, ele poderá repetir a receita com Alex Teixeira pelo lado direito e o habilidoso Geovane Maranhão, que fez essa função na Série B do Campeonato Carioca, no lado esquerdo, com Carlos Alberto centralizado. Basta saber se o primeiro vai, enfim, assumir o protagonismo, se o segundo consegue se adaptar, e se o terceiro seguirá em São Januário até o fim do ano. Ainda é necessária, porém, a chegada de um centroavante para que esse esquema seja eficaz. Afinal, alguém precisa fazer os gols do time.
Na defesa, a chegada de Élder Granja e Márcio Careca para as laterais não empolga ninguém. Granja foi rebaixado com o Sport, enquanto Careca é reconhecidamente limitado, tem 31 anos e fracassou nas chances que teve em Santos e Palmeiras. Talvez sejam necessárias novas aquisições durante a temporada, ou a improvisação de algum dos volantes contratados – o nome de Léo Gago agrada, o de Jumar, nem tanto -.

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