
De volta com as atualizações após um período de provas na faculdade, não posso deixar de falar do título mundial do Barcelona, conquistado neste sábado. É a vitória de um timaço, uma equipe que encanta, mas que mostra dificuldades sempre que o adversário atua fechadinho na defesa e tem uma equipe melhor do que as babas do meio da tabela do Campeonato Espanhol.
O Rubin Kazan, que venceu os blaugranas no Camp Nou, já havia disparado um sinal de alerta, de que se um time qualificado tecnicamente fizesse o primeiro gol contra o Barça e armasse uma retranca, poderia complicar muito as coisas. O Chelsea, no ano passado, fez o mesmo, e a história daquele jogo em Stanford Bridge é parecida com a que vimos em Abu Dhabi
Depois do Estudiantes abrir o placar com um belo gol de Boselli no primeiro tempo, o que se viu foi um “Ataque x Defesa”. Os catalães pressionavam, mas não definiam as jogadas. Empataram no finalzinho, em uma jogada casual, com o iluminado Pedro. E viraram na prorrogação com o até então apagado Messi, que em nenhum momento do jogo abriu para a ponta direita, onde geralmente é mais perigoso.
Faltou um centroavante rompedor, trombador, para peitar os zagueiros e colocar a bola para dentro na marra. Ibrahimovic é alto e cabeceia bem, mas é técnico demais para brigar com a defesa. O Barça precisa de um jogador assim no elenco e poderia investir, por exemplo, em Luca Toni, ou Adriano, ou mesmo algum atacante de segunda linha que possa compor o elenco e resolver esse tipo de jogo.
Aos entusiastas do “futebol arte”, vale lembrar que mesmo o Barcelona de 1993/94 tinha o Salinas no Banco, a seleção brasileira de 1958 tinha Vavá, a de 1970 contava com Jairzinho, o Flamengo de Zico tinha Nunes, etc. Dar espetáculo é bom, mas não resolve tudo. E um troglodita pode ser muito útil, se bem aproveitado no que sabe fazer com eficiência.
O Rubin Kazan, que venceu os blaugranas no Camp Nou, já havia disparado um sinal de alerta, de que se um time qualificado tecnicamente fizesse o primeiro gol contra o Barça e armasse uma retranca, poderia complicar muito as coisas. O Chelsea, no ano passado, fez o mesmo, e a história daquele jogo em Stanford Bridge é parecida com a que vimos em Abu Dhabi
Depois do Estudiantes abrir o placar com um belo gol de Boselli no primeiro tempo, o que se viu foi um “Ataque x Defesa”. Os catalães pressionavam, mas não definiam as jogadas. Empataram no finalzinho, em uma jogada casual, com o iluminado Pedro. E viraram na prorrogação com o até então apagado Messi, que em nenhum momento do jogo abriu para a ponta direita, onde geralmente é mais perigoso.
Faltou um centroavante rompedor, trombador, para peitar os zagueiros e colocar a bola para dentro na marra. Ibrahimovic é alto e cabeceia bem, mas é técnico demais para brigar com a defesa. O Barça precisa de um jogador assim no elenco e poderia investir, por exemplo, em Luca Toni, ou Adriano, ou mesmo algum atacante de segunda linha que possa compor o elenco e resolver esse tipo de jogo.
Aos entusiastas do “futebol arte”, vale lembrar que mesmo o Barcelona de 1993/94 tinha o Salinas no Banco, a seleção brasileira de 1958 tinha Vavá, a de 1970 contava com Jairzinho, o Flamengo de Zico tinha Nunes, etc. Dar espetáculo é bom, mas não resolve tudo. E um troglodita pode ser muito útil, se bem aproveitado no que sabe fazer com eficiência.

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